01 e 03/12 – cia. Ballet para cegos Fernanda Bianchi ni se apresenta na 3ª Virada Inclusiva

CIA BALLET PARA CEGOS FERNANDA BIANCHINI SE APRESENTA NA 3ª VIRADA INCLUSIVA,

NOS DIAS 01 E 03/12

Apresentações serão gratuita no Parque do Ibirapuera e no

Memorial da América Latina

A Associação de Ballet para cegos Fernanda Bianchini, única companhia profissional de ballet para cegos do mundo, se apresentará gratuitamente na 3ª Virada Inclusiva.

A primeira apresentação será no dia 01/12, sábado, às 11h30 no palco Cultura, na marquise do Parque do Ibirapuera. Cerca de 15 bailarinas farão a suíte “Quebra Nozes”, típica de Natal.

A Cia de ballet para cegos Fernanda Bianchini encerrará em grande estilo a Virada Inclusiva, dia 03/12, segunda-feira, às 18h, no memorial da América Latina.

A apresentação terá cerca de 20 bailarinos, com e sem deficiência visual, que, em cerca de 50 minutos, apresentarão as suítes “A Bela Adormecida” e “Quebra Nozes”.

“A Virada Inclusiva é uma excelente oportunidade de mostrar nosso trabalho com as pessoas com deficiência, mas, mais que isso, quero ressaltar que muito se faz quando se tem dedicação e força de vontade, mesmo com alguma deficiência”, diz Fernanda Bianchini, diretora da Cia. de Ballet que se apresentou na cerimônia de encerramento das paralimpíadas de Londres e emocionou o mundo.

A Virada Inclusiva acontece nos dias 01, 02 e 03 de dezembro em todo o estado de São Paulo e pretende integrar pessoas com e sem deficiência.

Cia. ballet para cegos Fernanda Bianchini

A Associação Ballet de Cegos Fernanda Bianchini, única companhia profissional de ballet para cegos do mundo, existe há 17 anos. Tem como objetivo principal a integração social de deficientes visuais, de baixa renda, através da dança, principalmente do Ballet Clássico.

A entidade é mantida pelo belo trabalho voluntário realizado pela fisioterapeuta Fernanda Bianchini cujo lema é: aprender a ver a dança com o coração. “É um método pioneiro que permite ao deficiente visual aprender dançar ballet de forma graciosa como qualquer outro bailarino. O aprendizado se inicia no toque, o passo é ensinado a cada aluno pelo contato” explica Fernanda.

Inclusão e acessibilidade. Estas são as palavras que diferenciam o ballet: a maioria dos bailarinos é deficiente visual e uma pequena porcentagem com outros tipos de deficiências. Outros poucos bailarinos estão na “inclusão às avessas”, no qual pessoas com nenhuma deficiência participam e interagem. Cerca de 60 bailarinos portadores de deficiência visual são atendidos e mais de 300 bailarinos formados.

Nestes anos ganhou reconhecimento nacional e internacional. Por enquanto, são mais de 100 prêmios em competições e festivais e duas apresentações no exterior. A recente atuação foi no encerramento das paralimpíadas de Londres.

Além da magnitude do projeto, o que chama atenção é o fato da associação ter professores também deficientes visuais. “É uma prova de que não há limites para quem se dedica e acredita”, afirma Fernanda Bianchini. “É maravilhoso ver a alegria de nossos bailarinos em sentirem que podem fazer algo único e especial, superando todos os limites que a sociedade normalmente impõe aos deficientes”, completa.

A Cia. sobrevive das apresentações e arrecadação de recursos junto às empresas e parceiros.

http://www.ciafernandabianchini.org.br

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Categorias:Dança, Teatro

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